"FILOLOGANDO"
Autor Carlos Silva - 10/14/2012
Deixei um cacho de poesia espetado no gravatá, arreparei que a poesia dependurava num galho seco, mas a rima estonteada não caia nem pendia para lá ou para cá.
Vi o verso beijar o verbo, lamber os beiços do mo
te e a Loa por testemunha acariciava a métrica.
O prologo juntou-se ao epilogo como se o fim fosse apenas o extrato de um começo desdito por falta do que dizer.
Vi cumpadi Jessie Quirino, trovar um martelo agalopado enquanto Sebastião Marinho improvisava um Gabinete ao lado de Azulão Baiano lá das bandas de Ilhéus. `
Cante lá que eu canto cá, e deixe que a trova do vate se esparrame nos dez pés do martelo alagoano.
Um fuá de palavras estonteia a mente de quem intelectualiza as ditas acadêmicas palavras, para torna-las mais belas do que a simplicidade faz.
Num tangido de verso torto e enlinheirado, eu não me preocupo com a buniteza da palavra, mas sim, com a sinceridade do dizer sincero em versos e cantigas no meu canto falado.
Cadê a Academia para entender as minhas trovagens?
Na minha filologia obedeço a matutagem do matuto, desletrando qualquer letra, mas nunca perdendo o verso.
"É um nó dado por São Pedro, e arrochado por São Cosme e São Damião”.
Tinha uma pedra no caminho, no caminho tinha uma pedra. Êpa! Quem foi o féla da puta que butou essa pedra aqui?
www.carlossilva.com.br
www.aloartista.com
www.bandasdegaragem.com.br/carlossilvacantador
O prologo juntou-se ao epilogo como se o fim fosse apenas o extrato de um começo desdito por falta do que dizer.
Vi cumpadi Jessie Quirino, trovar um martelo agalopado enquanto Sebastião Marinho improvisava um Gabinete ao lado de Azulão Baiano lá das bandas de Ilhéus. `
Cante lá que eu canto cá, e deixe que a trova do vate se esparrame nos dez pés do martelo alagoano.
Um fuá de palavras estonteia a mente de quem intelectualiza as ditas acadêmicas palavras, para torna-las mais belas do que a simplicidade faz.
Num tangido de verso torto e enlinheirado, eu não me preocupo com a buniteza da palavra, mas sim, com a sinceridade do dizer sincero em versos e cantigas no meu canto falado.
Cadê a Academia para entender as minhas trovagens?
Na minha filologia obedeço a matutagem do matuto, desletrando qualquer letra, mas nunca perdendo o verso.
"É um nó dado por São Pedro, e arrochado por São Cosme e São Damião”.
Tinha uma pedra no caminho, no caminho tinha uma pedra. Êpa! Quem foi o féla da puta que butou essa pedra aqui?
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